Ana, vai devagar! [destaque]

Quando perguntamos a Ana Milhazes como prefere ser apresentada, responde com o seu currículo:

Socióloga, formadora, activista ambiental, instrutora de Yoga, autora do blogue “Ana, Go Slowly” e do livro “Vida Lixo Zero” e fundadora do movimento Lixo Zero Portugal. Vive com a missão diária de viver mais devagar e de fazer o mínimo de lixo possível, de partilhar os desafios que enfrenta e de inspirar a mudança. Já realizou mais de 150 palestras e workshops em escolas, empresas e em vários eventos.

É mesmo dificil acreditar que Ana Milhazes vá devagar com tudo aquilo que se propõe fazer. Mas é assim mesmo. Defende o slow living e o desperdicio zero. Hoje destacamos um projecto muito diferente do habitual. Um projecto de vida! O projecto de vida de Ana Milhazes:

Ana Go Slowlyhttp://www.anagoslowly.com/

Trabalhou quase 10 anos na área das Tecnologias de Informação. A certa altura o seu corpo e mente começaram a dar sinais que precisava de ouvir…

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Saco do pão

Se o pão é, simbolicamente, o alimento que sustenta da vida, o saco do pão deverá ser o simbolo da vida da sustentável.

Ainda me lembro dos meus pais levarem o saco do pão quando iam à padaria. A certa altura o hábito perdeu-se. O saco do pão ainda existia lá por casa mas servia apenas para guardar o pão chegado da padaria. E depois nem isso. Chegaram outras "tecnologias" como a caixa do pão e o saco de plástico.

Para o bem e para o mal o plástico revolucionou a nossa vida. Passámos a ir despojadamente à padaria ou supermercado e a regressar faustosamente com o saco de plástico.

O problema deste despojo no caminho de ida começou a pagar-se anos mais tarde. Mais residuos para recolher, plásticos que se vão espalhando por um sem número de sitios, micro-plásticos que vão contaminando o ambiente e macro-plásticos que a vão sufocando a vida marinha.

O tradicional saco do pão

A aparente simplcidade que o plástico prometia tornou a n…

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Green Tag – a (in?)sustentabilidade da moda sustentável

We enjoy the freedom of expressing ourselves with the way we dress. But at what cost?

Tradução: Apreciamos a liberdade de nos exprimirmos na forma como nos vestimos. Mas aque custo?

É com esta premisa que é lançado o crowdfunding para o documentário "Green Tag", ou "Etiqueta verde" numa tradução mais ou menos livre e literal.

Is sustainability a trend or has it become a necessity for brands to survive in the market? Is sustainability profitable? Can profit be sustainable? If so in what way? And what is sustainability even?

Tradução: A sustentabilidade é uma tendência ou tornou-se uma necessidade das marcas para sobreviverem no mercado? A sustentabilidade é lucrativa? o lucro pode ser sustentável? Se sim, de que forma? E afinal o que é a sustentabilidade?

"Green tag" texto de apresentação

Este documentário propõe-se explorar os meandros da moda, com todas as suas redes e consequências., muito em particular da chamada "moda verde", que…

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O último fecha a porta [destaque]

Regressam os projectos em destaque. Desta vez trazemos o blog "o último fecha a porta".

À primeira parece apenas mais um blog sobre coisas da vida, mas desengane-se. É muito redutor definir o "ultimo fecha a porta" desta forma. Ideias bem fundamentadas, redigido de forma inteligente e cativante este blog vai-se desfolhando com muito prazer. Foi enquanto passeava pelas suas páginas que encontrei os artigos de sustentabilidade. Aí tornou-se impossível não conversar um pouco com o autor e destacá-lo no Roupeiro.pt

Iniciou o blog por hobbie. Viveu algum tempo sozinho, por obrigações profissionais, e encontrou na escrita mais do que uma companhia um prazer. Não parou mais.

Escreve também sobre sustentabilidade no seu blog. Considera este tema muito importante para a nossa geração e sobretudo para o futuro.

Esse passo [no sentido da sustentabilidade] tem de ser dado por todos, coletivamente enquanto sociedade, ao nível empresarial, gover…

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Diz “amo-te” com roupa usada!

Confidenciou-nos uma vez Fernando Alvim, o conhecido apresentador, homem de humor certeiro, que na sua juventude primaveril tentou certa vez conquistar uma namorada oferecendo-lhe um colete-de-forças.

Tirou-se de cuidados e ligou para o Hospital psiquiátrico Conde Ferreira, no Porto. Recebeu a resposta que tal apetrecho já não era por lá usado e, portanto, não lhe podiam dispensar nenhum.

O meu caro leitor estará por ventura a perguntar aos seus botões o que queria Fernando Alvim mostrar com tal acto. Segundo o próprio, nessa altura, achava ele, nada diria mais “Amor” que um colete-de-forças. Mostrava de forma arrebatadora o quão preso estava naquela paixão e o quanto queria ver amarrada a si a sua namorada.

Alvim, se leres este artigo, permite-nos deixar um conselho. O amor quer-se livre. Da próxima vez que queiras mostrar a chama da tua paixão escolhe uma peça no Roupeiro.pt. Mostra que mais que amarrar o amor queres um amor sustentável :D Read more

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Vestido de noiva usado. Porque não?

Se na vida ter experiência é uma qualidade e garantia de sucesso, então usar um vestido de noiva usado no dia do casamento só pode ser um bom presságio.

Não sabemos se foi isto que Kelly pensou no momento em que decidiu escolher um vestido de noiva em segunda mão mas a verdade é que se se bem pensou melhor o fez. O processo não foi linear, enfrentou algumas dificuldades, especialmente o preconceito, como a própria testemunha:

Lamentavelmente naquele ano encontravam-se poucas opções, e, deparei-me com imensos preconceitos com o conceito de usar um vestido usado por outras pessoas.

Esperariamos que as mentalidades tivessem mudado, mas infelizmente pouco mudou, relata, desde que casou. Foi também por isso, para ajudar a mudar consciências, que concordou que partilhássemos o seu testemunho:

Mesmo 3 anos após a minha experiência, em conversa com futuras noivas deparei-me com o mesmo preconceito.

Os motivos de Kelly para tom…

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Sapatos de Senhora – novas categorias

Com vista a melhorar a pesquisa, devido ao elevado número de artigos na categoria "calçado senhora" nasceram novas sub-secções.

A saber, o calçado senhora está agora dividido em:

Botas e botinsBotasBotinsGalochasCalçado desportivoAlpercatasTénis desportivos / outdoorTénis urbanos / styleSandáliasChinelos (de praia / havianas)Sandálias rasasSandálias cunhaSandálias saltoSapatosMocassinsSabrinasSapato cunhaSapato rasoSapato salto

Os sapatos, que antes na categoria "calçado senhora", foram distribuídos pelas novas categorias de acordo com o seu tipo. Se achar que o seu artigo se enquadra melhor noutra categoria pode sempre actualizar.

A categoria mãe (calçado senhora) continua a agrupar todos os sapatos nas suas sub-categorias. Assim, por exemplo, se tiver umas sandáias de cunha na categoria "Sandálias cunha", estas também são listadas nas categorias mãe. Neste caso "Sandálias" e "Calçado senhora". Os artigos não perdem assim visibilidade e a p…

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Roupa usada de bebé para comprar. Porque não?

Se tem ou já teve um bebé ou criança sabe que dará pouco uso às suas roupas. Isto acontece por diversos motivos, que vão da grande quantidade de roupa que por vezes os pais recebem da família e amigos, passando pelo rápido crescimento das crianças, que deixam facilmente de caber nos respectivos vestidos e camisolas. Enfim, as crianças crescem mas a roupa não. Em suma, muitas peças ficam por estrear ou práticamente novas.

Isto redunda num custo desnecessário para os pais e num custo ambiental enorme.

O Roupeiro.pt pretende aproximar as mães e pais, fazendo-os regressar a outros tempos, em que os filhos mais novos herdavam a roupa dos mais velhos ou de primo próximos. Hoje em dia as famílias são mais pequenas e mais dispersas. Assim a troca de roupa entre familiares, embora ainda praticada, é mais complicada.

Os objectos de puericultura – sobretudo roupa mas também mobília, brinquedos ou artigos de segurança – representam um ganho económico para …

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Poluição: O lado negro da moda

[artigo em desenvolvimento]

A Indústria da moda é, hoje em dia, uma das maiores fontes de poluição do mundo. Segundo alguns autores é o segundo maior poluidor a seguir ao petróleo. A produção de tecidos, fibras e vestuário usados nesta indústria contribuem com diferentes formas de poluição, incluindo água, ar e sólo.

Há no entanto soluções. O primeiro passo é informar.

No ar, na água e em terra

Ao nível do ar esta indústria contribui com cerca de 10% da pegada de carbono na atmosfera. Como exemplo temos o transporte das peças de roupa, de países longinquos onde a mão de obra é mais económica.

Trata-se também do segundo maior poluidor de água doce no mundo. Os processos para tingir a roupa são também extremamente exigentes ao nível de água. A decomposição de fibras sintéticas gera microplástico que entram na cadeia alimentar humana através do consumo de pescado. As fibras naturais também não são inocentes. Requerem uma quanti…

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Roupeiro.pt é roupa velha?

Muitas vezes associamos a roupa em segunda mão a roupa velha, roupa imprestável ou de alguém que por força do destino já não precisa dela.

Este preconceito é comum e impede-nos de ter uma visão objectiva sobre o mundo da roupa.

Muita da roupa no roupeiro.pt é roupa nova ou roupa com uma só utilização. Isto acontece por diversos factos. Compra por impulso, roupa que foi utilizada numa festa em particular ou roupa que ficou esquecida no armário e deixou de servir.

Há ainda um outro caso. Roupa com pequenos estragos. Quem nunca usou uma peça de roupa pela primeira vez e a manchou ou rasgou? Há por outro lado muitas pessoas que não se importariam de comprar esta peça e, por sua vez, fazer um arranjo criativo: Tornar umas calças nuns calções. Colocar uma flor ou qualquer outro adereço onde está um pequeno rasgão.

Vamos aumentar a reutilização da roupa e tornar o nosso planeta mais sustentável!

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Pimbolim é matraquilho e brechó é loja de roupa usada

Quem não se lembra da expressão, num famosos anúncio feito por Scollari, “Pimbolim é matraquilho”. Introduzimos aqui hoje uma nova expressão do nosso povo irmão. Brechó é loja de roupa usada!

Apesar de ser um conceito comum, muitos de vocês provavelmente desconheceriam esta expressão Brasileira.

No Brasil podemos encontrar nos brechós não só roupa e sapatos, mas também bijuteria e outras utilidades para o lar.

É comum associarmos os brechós mais a roupa feminina, por se tratar, muitas das vezes, do vestuário dominante. No entanto, por terras de Vera Cruz, encontramos inclusivamente alguns brechós especializados. Por exemplo brechós de roupa masculina, de desporto ou brechós de sapatos e mesmo de luxo.

O Roupeiro.pt é o brechó on-line em Portugal. Aqui encontra toda a variedade de vestuário.

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Sabe o que é roupa vintage?

Vintage é um termo, que deriva do inglês, e significa algo antigo ou clássico. Usa-se actualmente para nos referirmos a objetos, acessórios, carros de décadas passadas e claro roupa, roupa vintage.

Mas tudo o que é antigo é vintage?

Por norma consideram-se objectos vintage aqueles que possuem entre 20 a 100 anos. Se o objecto tiver mais de 100 anos considera-se já uma antiguidade. O termo no entanto vulgarizou-se e passou a ser usado também na decoração e na moda para designar um estilo. Hoje em dia fabricam-se inclusivamente peças, seguindo os padrões antigos, para mimetizar o vintage. Neste caso diz-se que o objecto tem um estilo retrô.

Vintage significa dos "anos 20"?

Associa-se muitas vezes o vintage a peças dos anos vinte e/ou do século XX. Na realidade a expressão é de origem anglo-francesa e tem origem no latim "vindemia", que significa "colheita da vinha". Por norma os produtores de vinho associam esta expressão a produções de qualidade exc…

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